quarta-feira, novembro 19, 2008

Erro de casting

Luís Filipe Menezes considera que a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, é um "erro de casting" e que vai acabar por originar uma "perda da influência" do partido.

Mais uma vez, Luís Filipe Menezes critica a líder do seu partido.

Desde que Manuela Ferreira Leite foi eleita presidente do PSD que Luís Filipe Menezes ainda não parou de fazer criticas internas. Tendo em conta que o argumento principal para a sua demissão foi achar que, sem ele, haveria maior estabilidade dentro do partido, não é um pouco esquisito ser ele, actualmente, o principal causador da instabilidade?

Há pessoas que não têm olhos na cara...

3 comentários:

Zé Luís disse...

Haveria maior estabilidade se não fosse esta, a nova presidente do partido. Não achas?

E o LFM limita-se a ter um papel idêntico ao que foi desempenhado no passado pelos velhos do restelo desse mesmo partido, quando haviam outras lidernaças entre as quais a do próprio Luis F. Meneses.
Mas por ser do norte, e com todas as implicações que isso tem num País onde quase tudo que se passa é na capital, alguma vez dificilmente teria hipóteses a ter do seu lado os cavaquistas e seus aficionados. Os velhos do PSD

Pedro Fonseca disse...

Calculo que saibas o que são políticas populares. Como exemplo, temos Gaia e Figueira... Para além do Governo durante (felizmente) poucos meses...

Mas o que critico neste post não é a política praticada por LFM propriamente dita mas sim o ridículo em que ele está a cair de se ter demitido porque choviam criticas de todo o lado dentro do partido, e agora, que está do outro lado, faz exactamente o mesmo. É mesmo ridículo!

Anónimo disse...

Com a tua primeira frase acho que ficamos esclarecidos...Como tu pensava muita boa gente que agora certamente estará arrependida

O Luis Filipe Meneses apenas tenta salvar o partido da situação em que se encontra.
E esta situação é a mesmíssima que outros pintavam no tempo (das tais políticas populares) que queriam que assim fosse, sobretudo por parte da comunicação social, que fez tudo e conseguiu pôr os que estão agorinha no poder.

Serviu o interesse a estes meninos ,menos aos portugueses, apenas e tão só isso.
Desde que houve aquela dissolução, no mínimo muito estranha do anterior Presidente da República, mas que pelos vistos tu, hoje ainda consegues concordar, o País nunca mais se encontrou.
Uma crispação tal nunca vista na democracia portuguesa. Porque será?

Se consegues ignorar isso, temos de respeitar.
Mas se os portugueses, deram maioria a estes, que de certeza ainda não estavam habilitados sequer para governar, mas que teve de ser antecipada no tempo, pelo final do mandato de Jorge Sampaio, agora acabam por gramar com esta arrogância, que não me lembro de ter havido no governo de duração curtíssima (que dizes felizmente) anterior

Paulo Magalhães